Me engana que eu gosto
Estou gripada, e eu gripada perco, pelo menos, metade da minha capacidade de raciocínio, junto com a voz e outras secreções escatológicas, então perdoem a falta de fontes.
Li, não sei onde, sobre a Olimpíada, da menina que cantou e da que dublou, das pegadas virtuais e mais umas duas críticas. Ah, tá, aqui no ocidente eles escolhem criancinhas “feias” pra passar na tv, né?E as pegadas, minha adolescente atenta me garantiu que eles avisaram na cerimônia que os fogos haviam sido gravados antes, então ela viu os “virtuais” na cerimônia oficial e os “ao vivo” no CQC do Marcelo Tas. E acho os dois lindos.
Então, em outro lugar, li que, ao contrário do que andam noticiando pelo mundo, inclusive em documentários americanos, ingleses e brasileiros (vi um no GNT), o governo empreende uma guerra contra a matança e abandono de meninas e o tráfico de adoção, patrrocinado pelas máfias civilizadas européias.
Enquanto isso, na Sala de Justiça … eu já estou acostumada com a distorção das notícias nacionais, e tals, mas a versão global da invasão da ossétia e Geórgia é francamente ridícula, nem que fôssemos americanos, pra sair atribuindo a Bush tal papel justiceiro e altaneiro.Simplesmente omitiram os fatos, inclusive as respostas russas.
Menos sério, só orgulho de mãe: Fala adolescente sobre a galisteu fazendo propaganda de um creme pra pentear: “Ah, tá, e o cabelo dela ficou daquele jeito só passando o creme? sem chapinha, nem escova? me engana que eu gosto!”
PT
Vou votar no PT, como sempre. Se não gosto do candidato, voto no partido. Não dou voto útil, não voto em coligações só porque o partido indicou, apoiou.
Votei nulo por um Partido Operário. Gosto de ver criança na escola de barriga cheia, gosto de ver a fila do bolsa família. A minha ex-empregada agora faz rejunte em obra. Gosto disso também.
Não acho que já foi melhor. acho que falta, ainda. Falta encontrar um modo de nomear uns ministros melhores pro supremo.
Santa Brígida
Emiliano José, que é baiano, qui nem qui eu, em seu artigo na Carta Capital, sugere que adotemos Santa Brígida, que combatia os corruptos, como padroeira do Brasil. Vamos ver se ela dá uma forcinha nesse movimento Mãos Limpas que ora se anuncia por aí.
Artigo do Emiliano Aqui
Modelos
Vem aí o dia dos Pais.A propósito do comentário de uma amiga, sobre a filha que anda agressiva, xingando o pai, me caiu uma ficha: o édipo, a transferência do objeto do desejo, da mãe para o pai e as consequências, a eterna disputa com a mãe, ou a dificuldade em eleger um modelo masculino, ou ainda a insegurança eterna na própria aparência, tudo derivando desse momento tão delicado e da capacidade ou não dos pais de lidar com esses conflitos…
Favorita de quem?!
Da Fefê, nos comentários:
“E como diria o Xexéu, por que diabos a novela se chama A Favorita ?”
Essa é a pergunta de um milhão de dólares…
Acho que o dilema Cláudia Raia/Patrícia Pillar é quem é a Favorita do papai, sabe? Tipo uma tomou o papai da outra aí a outra virou psicopata? ô pobreza…
oi novelas, adeus novelas
ah, tá.
Depois de ANOS (é, a última que eu vi foi a metade do Clone) sem ver novelas, eu gostei da cara d’A Favorita.Bons textos, diálogos com pronomes (depois eu falo disso direito), apesar dos beiços da Glória Menezes me incomodarem um pouco, eu gostava do fato que as duas protagonistas não eram menininhas de 20.
A trama era razoável, misteriosa, “quem matou o Marcelo?” prometia alguma especulação. Até a trilha sonora tava bem legal, eu consegui gostar até do sertanejo/pop tema da Maria do Céu. Tirante “as mininas” e os “gays” (mania do povo de ridicularizar e diminuir as minorias sexuais)ia bem.
Aí eu vi que tava mal quando começaram a botar a Cláudia Raia de biquini e de longe.Gente, a mulher não tem mais 20 anos, e daí? Não é mais gostosona, e daí? Não dá mais pra apelar de “Cláudia Raia a gostosona”!
Mas hoje foi a gota d’água, fazer da inteligente, sensata e articulada a vilã em prol da emergente, descontrolada, burra e ex-gostosona mocinha do coração de ouro foi demais. Não assisto mais.
Da Lógica
Eu procuro ser uma pessoa racional. Procuro negociar e acertar os preços dos serviços antes de começar, procuro seguir um roteiro mínimo de “se… então”. Mas de vez em quando aparece alguém que “dialeticamente” revira tudo e ainda sai ofendida.
Isso me enerva, viu?
Da Constância
A constância aqui não é uma amiga, sequer uma pessoa. É uma virtude. Difícil de alcançar, uma meta na minha vida, colocada junto com os 20 quilos que eu preciso perder e a necessidade eterna de organização.
Só consigo ser constante aos meus amigos.Então, para uma pessoa meio avessa a hábitos e rotinas, nada melhor do que começar com uma pequenininha: Resolvi recriar o Blog.
beijos de volta
Mani
Olá mundo!
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